Saúde: União viabiliza termo de convênio com maternidade de Campinas


O juiz Raul Mariano Junior, 8ª vara Federal de Campinas / SP, determinou, em liminar, que a União e o Banco do Brasil viabilizem a assinatura do termo de convênio com a maternidade de Campinas para o recebimento de verba destinada à saúde.

A maternidade de Campinas ajuizou ação contra a União e o Banco do Brasil contando que foi encaminhado para recebimento de emenda parlamentar no valor de R $ 808 mil, no orçamento da União do ano de 2020, com uma contrapartida de R $ 8,2 mil, destinada à aquisição de equipamento e material permanente para "Atenção Especializada em Saúde".

Acontece que, a maternidade foi impedida de firmar os termos de convênios, pois foi constatada pendência de regularização junto ao CADIN – Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal, além de da certidão junto ao INSS – Instituto Nacional de Seguridade Social, "o que, ao arrepio da legislação vigente, culminou na impossibilidade de firmar o convênio".

(Imagem: Pexels)

Notebook e um estetoscópio.(Imagem: Pexels)

Para a entidade, tais exigências estão acima do que a lei determina para assinatura de convênios e contratos, principalmente para tratar-se de verbas destituídas à saúde.

Em embargos de declaração, o juiz Raul Mariano Junior, 8ª vara Federal de Campinas, atendeu ao pedido da maternidade para que a União e o Banco do Brasil viabilizem a assinatura do termo de convênio, independentemente do repasse imediato do respectivo valor.

De acordo com o magistrado, a importância da celebração do termo de convênio é "inconteste" para a autora receber recursos públicos federais é inconteste, "inclusive dados a essencialidade do serviço que presta na área de saúde com atendimento de pacientes do SUS".

Em resumo, o magistrado outro o seguinte:

"Ante o exposto DEFIRO EM PARTE a tutela para satisfazer o pleito alternativo da autora para que as Rés viabilizem a assinatura do Termo de Convênio nº 906568/2020 (nº da proposta 025849/2020 – nº do processo 2500.180339 / 2020-63), sem a liberação dos recursos adicionais, até ulterior decisão e desde que inexistam outros óbices além dos tratados neste feito. "

O escritório Santos Perego e Nunes da Cunha Advogados Associados patrocina a causa, que foi conduzida pelo sócio Rodrigo Santos Perego.

Leia um liminar.

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