Reajuste de até 40% em salários de funcionários da Câmara de Campinas é aprovado e vai à sanção | Campinas e Região


O maior reajuste chega a 40%, segundo as propostas, e o impacto conjunto das medidas é um acréscimo de R $ 10 milhões na folha orçamentária do próximo exercício.

O projeto do Executivo prevê um orçamento de R $ 143 milhões para o Legislativo no próximo ano, 3,2% a menos que o atual.

A primeira proposta de alta proposta que 99 avaliadores de gabinete do Legislativo devem ter remuneração mensal elevada de R $ 3,6 mil para R $ 5 mil. Com isso, o reajuste de 40% para esta categoria representa um aumento mensal de R $ 191 mil na folha salarial da Casa.

Além disso, o texto prevê 28,9% a mais no subsídio pago para 33 assessores políticos, o que faz o valor subir de R $ 6,2 mil para R $ 8 mil. O custo adicional corresponde a R $ 106,4 mil por mês.

A aplicação dos reajustes para os dois grupos assessores gera impacto de R $ 3,5 milhões no ano.

Segundo a Câmara, o projeto foi proposto pela Mesa porque ficou constatado que os valores vigentes estão defasados ​​- inclusive abaixo da média de diversas câmaras pesquisadas para comparativo, com cargas semelhantes – e incompatíveis frente às atribuições e responsabilidades inerentes às atividades.

Na votação, 20 parlamentares foram favoráveis, enquanto oito se manifestaram contrários: Débora Palermo (PSC), Luiz Cirilo (PSDB), Major Jaime (PP), Marcelo Silva (PSD), Mariana Conti (PSOL), Nelson Hossri (PSD), Paulo Bufalo (PSOL) e Paulo Gaspar (Novo).

O segundo projeto de lei que avançou na primeira votação concede reajuste de 11,22% aos servidores, a partir do próximo exercício. O percentual de referência, diz a Câmara, corresponde ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) verificado entre março de 2020 e setembro deste ano.

Segundo demonstrativo de impacto orçamentário, ele representa um aumento de R $ 5,5 milhões na folha da Câmara em 2022. O texto inclui ainda o acréscimo de R $ 350 no vale-alimentação dos servidores, que subirá de R $ 1,4 mil para R $ 1,7 mil. Gasto de R $ 1,4 milhão a mais em 12 meses.

Em nota, a Câmara sustentou que o reajuste para os servidores representa a aplicação de dissídio coletivo e inflacionária da categoria.

"O pleito inicial do sindicato, levando em conta percentuais apurados de diversos índices, bem como uma média de índices oficiais para revisão do período (pela média dos índices IPCA e IGP-M) foi de 26,71%", alegou a instituição. Apesar disso, após discussão sobre o tema, a Câmara avaliou ser mais adequado adotar o IPCA, que é conhecido e considerado o índice oficial pelo governo federal.

"Além disso, de maneira a mitigar como perdas inflacionárias impactadas, em especial pelo aumento no preço dos alimentos, propôs a majoração do vale alimentação no valor de R $ 350", diz nota.

Durante a votação no plenário, 22 parlamentares presentes foram favoráveis, enquanto cinco manifestaram contrariedade ao texto. Os votos "não" foram de Luiz Cirilo (PSDB), Marcelo Silva (PSD), Nelson Hossri (PSD), Major Jaime (PP) e Paulo Gaspar (Novo)

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