Casa Grande e Tulha, Campinas, é patrimônio cultural


Eneida Ferraz

Situado na Antiga Chácara Paraíso das Campinas Velhas, o bem faz parte da história de formação da região

Situado na Antiga Chácara Paraíso das Campinas Velhas, o bem faz parte da história de formação da região

Abrigo da história de formação da cidade de Campinas (SP), a Casa Grande e Tulha, da Antiga Chácara Paraíso das Campinas Velhas, chamada o título definitivo de Patrimônio cultural brasileiroo. O aviso foi publicado no Diário Oficial da União, no dia 8 de outubro, pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), autarquia federal vinculada à Secretaria Especial da Cultura e ao Ministério do Turismo.

O bem está inscrito no Livro de Tombo Histórico desde 2015, por aprovação do Conselho Consultivo do Iphan, que considera a importância do local para a compreensão da história da região. Após pedido do proprietário proprietário Antônio da Costa Santos. Com o tombamento em nível federal, quaisquer funções na Casa Grande e Tulha, bem como em seu entorno, passam a exigir a manifestação prévia do Iphan.

“O Iphan reconhece a Casa Grande e Tulha como Patrimônio Cultural do País como forma de preservar e valorizar esse importante símbolo da identidade e memória do povo paulista e brasileiro”, destaca a presidente do Iphan, Larissa Peixoto.

A Casa Grande e Tulha também é tombada em níveis municipal e estadual. É a segunda edificação protegida pelo Iphan na cidade de Campinas, que também abriga o Palácio dos Azulejos, tombado desde 1967.



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