Campinas encerra 2020 com perda de R $ 2 bilhões no faturamento e alta de inadimplentes, diz Acic | Campinas e Região


Campinas (RMC) encerrou 2020 com perda de R $ 2 bilhões no faturamento, segundo levantamento divulgado nesta terça-feira (12) pela Associação Comercial e Industrial (Acic). A pesquisa tem como base dados contabilizados pela Boa Vista SCPC, empresa que atua sem segmento de proteção ao crédito, e ainda destaca a quantidade de moradores inadimplentes na metrópole.

A perda de faturamento da cidade no ano marcado pela pandemia da Covid-19 equivale a 13,6% no comparativo com 2019 – o montante passado de R $ 15,5 bilhões para R $ 13,5 bilhões. De acordo com a Acic, o índice reflete uma diminuição de 20% no volume de vendas em Campinas entre os anos obtidos.

O economista da associação, Laerte Martins, ressalta que a contratação de mão de obra temporária para o Natal caiu 23,4% em Campinas – foram de 7 mil para 5,4 mil vagas. Além disso, diante do cenário de crise econômica, o valor médio do presente caiu de R $ 310 para R $ 298.

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Os resultados contabilizados pela Região Metropolitana (RMC) mostram que os prejuízos não reconhecidos restritos a Campinas. O faturamento total do grupo formado por outros 19 municípios ao longo de 2020 chegou a R $ 31,8 bilhões, valor que representa corte de 13,6% no comparativo com 2019.

Já o número de contratos contratados foi reduzido de 14,5 mil para 11,1 mil.

Aumento da inadimplência

A research da Acic também indica aumento da inadimplência na cidade. Em dezembro, uma metrópole contabilizou 11,7 mil registros a mais incluído no Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), enquanto que em dezembro de 2019 foi contabilizada quase metade desta quantidade – 5,8 mil.

O total de endividados na cidade era de 662.904 em dezembro, número alcançado após a expansão de 3,8% sobre o total de 638,6 mil verificado no mesmo mês do ano anterior.

Segundo o levantamento, o nível da inadimplência subiu 1,95% entre os anos obtidos: foram 233,1 mil carnês ou boletos que foram retirados de ser pagos ano passado, ante 228,7 mil durante 2019.



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