Fim da fila e termo de recusa: prefeituras da região de Campinas adotam ações contra quem quer escolher vacina de Covid-19 | Campinas e Região

Prefeituras da região de Campinas (SP) passaram a adotar medidas para reduzir a recusa da vacina contra Covid-19 nos postos de aplicação, situação que ocorre quando os moradores optam por não aceitar imunizantes de substâncias farmacêuticas para tentar receber os outros fabricantes, o que é rechaçado por especialistas.

Infectologistas e autoridades em saúde explicam que a vacinação tem efeito coletivo. Ou seja, a redução na transmissão do vírus ocorre conforme aumenta o percentual da população vacinável.

  • Veja 5 motivos para não escolher qual vacina tomar

Como todas as vacinas utilizadas no Brasil possuem eficácia e são aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é preferível se imunizar quando chegar o dia do que aguardar e correr o risco de pegar Covid-19.

"Vacina boa é vacina disponível. São todas aprovadas pela Anvisa, todos com efeitos muito bons", enfatizou Andrea von Zuben, diretora da Vigilância em Saúde (Devisa) de Campinas durante o fórum da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas (SMCC), em 24 de junho.

"Toda campanha de vacinação tem um efeito muito mais coletivo do indivíduo. O objetivo é a redução da mortalidade nessa faixa imunizada. Não significa que não vai haver casos, mas vai ter uma diminuição. Não tem vacina com cobertura 100%. Mas se várias pessoas imunizadas, vai diminuir a circulação do vírus ", complementou um infectologista Valéria Almeida, do Devisa, no mesmo evento.

Em Holambra e Monte Mor, por exemplo, os moradores que recusarem vacina são enviados para o fim da fila da campanha de imunização. Ou seja, receberão as doses após o público-alvo, que é formado pelos adultos.

Já Americana adotou um termo de compromisso, assim como Santo Antônio de Posse.

Veja a estratégia de cada município

A Vigilância Epidemiológica informou que passou a usar o termo de responsabilidade para quem recusar a aplicação a partir de quinta-feira (1 °).

A prefeitura informou que estuda implantar punição aos moradores que recusarem a vacina, mas não definiu ainda a partir de quando e nem como vai funcionar.

A administração municipal informou que, no momento, não há punição para quem insiste em escolher qual vacina tomar. No entanto, a Vigilância Epidemiológica realiza constantes ações educativas, de modo que uma população entenda que todos os imunizantes disponíveis, independente do fabricante, são seguros e eficaz contra a doença.

Não adotou medidas contra a ação até esta publicação.

O Departamento Municipal de Saúde de Holambra informou que registou recusas de recebimento de doses da vacina contra Covid-19 e que recomenda imunização no horário agendado independentemente da marca atrelada à vacina oferecida em cada etapa.

O departamento ressaltou que quem característica por não receber uma dose será encaminhado para o final da fila de imunização.

Em nota, uma prefeitura informou que discute com o comitê de enfrentamento à Covid-19 e a Secretaria Municipal de Negócios Jurídicos a possibilidade de, em caso de recusa, o munícipe assinar um termo de responsabilidade mencionando essa recusa, o que faria com que ele só fosse reconvocado aplicação após da vacina em toda a população adulta.

"Não trata-se de uma exclusão, trata-se de um realocamento de posições. A pessoa que se recusar, vai para o final da fila e deve aguardar nova convocação", informou uma prefeitura.

Em Itapira, uma prefeitura não limitada nenhum tipo de punição ainda.

Segundo a Secretaria de Saúde para as pessoas que estão se recusando a tomar determinadas vacinas, como prática, está sendo feito um termo de recusa, que é assinado pela pessoa, e essa é deslocada para o final da fila de vacinação.

O Departamento de Saúde informou que não houve recusa de vacinas no município.

A prefeitura informou que ocorreram poucos de recusa da vacina, por isso não há planejamento de punição.

O município não estuda nenhuma medida de punição por enquanto.

A Secretaria Municipal de Saúde afirma que não registrou recusa para a vacina. "O que vem ocorrendo é uma dificuldade de encontrar pessoas em suas residências para tomar a segunda dose".

A Secretaria Municipal da Saúde explicou que elaborou um termo de recusa no qual, caso o cidadão não aceite a vacina disponível no serviço de saúde para realizar a imunização contra a doença, seja firmado o documento, assumindo o risco que esta atitude pode provocar na saúde individual e coletiva.

Não existe intenção ou estudo em andamento.

A Secretaria de Saúde de Sumaré informou que não houve registro de casos de escolha ou recusa da vacina. "Ao chegar ao local onde acontece a imunização (são sete endereços descentralizados para vacinação de segunda a sexta-feira, entre 9h e 16h), o morador já tem a informação de quais vacinas estão sendo oferecidas. Caso desista, a pessoa acaba nem chegando ao atendimento ".

A prefeitura afirma que houve um alto índice de pessoas que se agendaram e não foram receber a vacina na sexta-feira (2). "Há relatos, também, de pessoas que saem da fila quando sabem que é um tipo ou outro de vacina", afirma a administração.

"O que pretendemos é tentar criar uma ação, com base jurídica, que permitir não prejudicar as pessoas que queiram vacinar e, assim, evitar agendamentos realizados e não efetivados. Mas ainda não temos prazo para esta ação".

Em nota, a prefeitura afirmou que registra, em média 10% de falta aos agendamentos de vacinação e que "parte desse número pode ser atribuída à informação sobre a marca da vacina que está sendo aplicada, embora não tenhamos como mensurar como quantidades".

"A Prefeitura acata a decisão do morador no caso de recusa em tomar a vacina", completa.

As prefeituras de Águas de São Pedro, Hortolândia, Mogi Guaçu, Mogi Mirim, Lindoia, Louveira, Jaguariúna, Tuiuti, Serra Negra, Santo Antônio do Jardim, Pinhalzinho, Monte Alegre do Sul, e Espírito Santo do Pinhal não responderam o contato da reportagem.

* Sob supervisão de Arthur Menicucci

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Fonte: Post Completo

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